Caixa prevê R$ 90 bi em crédito imobiliário em 2016 e BB R$ 2,5 bi para casa própria

A Caixa deve desembolsar cerca de R$ 90 bilhões em crédito para novos financiamentos imobiliários em 2016, repetindo o volume registrado no ano passado. A projeção foi feita pelo diretor de Habitação do banco, Teotonio Rezende, durante Summit Imobiliário Brasil 2016, evento realizado em abril, em São Paulo.

As previsões são um importante termômetro para o mercado imobiliário, uma vez que o banco responde por duas de cada três operações fechadas. Ao participar do painel “Soluções Urbanas: Interiorização”, Rezende destacou os R$ 16,1 bilhões adicionais liberados pelo Conselho Curador do FGTS à Caixa em fevereiro, recursos que reforçam a oferta de crédito do banco.

A Caixa injetará perto de R$ 7 bilhões na linha pró-cotista! Ela permite que trabalhadores com conta ativa no fundo, financiarem 85% do valor de imóveis novos e, usados em áreas urbanas, de até R$ 750 mil. O financiamento tem prazo máximo de 30 anos a taxas de juros entre 7,85% e 8,85% ao ano.

Autorizado pelo Conselho Curador do FGTS, o banco também aplicará R$ 6,7 bilhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), recursos que irão lastrear o financiamento de imóveis de R$ 225 mil a R$ 750 mil, dependendo da região do País.

BB libera R$ 2,5 bi para casa própria

O Banco do Brasil informou que foram liberados mais R$ 2,5 bilhões para uma linha de financiamento da casa própria chamada de Pró-cotista. Essa linha de financiamento é voltada para famílias com renda acima dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e oferece um dos juros mais baixos do mercado.

Veja as condições:

  • O valor máximo dos imóveis é de até R$ 750 mil (em MG, SP, RJ e DF) ou até R$ 650 mil (demais Estados).
  • É possível financiar até 90% do valor do imóvel, que pode ser novo ou usado.
  • O prazo máximo de financiamento é de 30 anos.
  • As taxas de juros são de até 9% ao ano.

Para contratar, é preciso:

  • Ter conta ativa no FGTS e mínimo de 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não;
  • Se não tiver conta ativa no FGTS, é preciso que seu saldo total no fundo seja igual ou maior que 10% do valor do imóvel ou da escritura, o que for maior.

A linha de crédito FGTS Pró-Cotista usa recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Ela costumava ter um volume pequeno de operações, mas ganhou relevância a partir do ano passado, quando o Conselho Curador do FGTS liberou R$ 5,7 bilhões para financiar a compra de imóveis.

Fontes: www.brasil.gov.br / Gazeta do Povo / Economia UOL

Pelo terceiro mês consecutivo, estoque de apartamentos novos recua em Curitiba

O número de apartamentos residenciais novos disponíveis em estoque para a venda recuou ainda mais em Curitiba e chegou a 9.296 unidades em março de 2016, 3% a menos do que o mês anterior quando o saldo foi de 9.575 unidades. Esses dados sinalizam claramente uma adequação da relação entre oferta e demanda na cidade, especialmente nos padrões que concentram a maior fatia de unidades lançadas.

Os dados da pesquisa mensal da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, revelam ainda que, nos últimos 12 meses, a queda no volume de imóveis novos em estoque na capital paranaense foi de 17%. Isso porque, em março de 2015, havia 11.158 apartamentos novos para a venda na cidade.

Vale lembrar que este é o estudo mais completo do setor de incorporação imobiliária para Curitiba e região! Para a presidente da Ademi/PR, Aline Perussolo Soares, os dados da pesquisa reforçam que esse é o momento para a compra do seu imóvel.

O mercado está acompanhando uma redução gradativa do estoque de imóveis novos, combinado a uma baixa expectativa de lançamentos imobiliários para esse ano, o que sinaliza que poderá haver a restrição da oferta em médio prazo, caso essa situação se mantenha. Além disso, os novos empreendimentos provavelmente virão a preços mais elevados, em função do aumento do custo para construção.

Na comparação entre os meses de março de 2016 e de 2015, em valores percentuais, os apartamentos econômicos, com preço de R$ 170 mil a R$ 250 mil, lideraram a redução de unidades em estoque, com recuo de 35,2%. As quedas também foram intensas para os studios, lofts e apartamentos de um dormitório, bem como para os imóveis novos no padrão standard (com preço de R$ 250 mil a R$ 400 mil), que tiveram baixa de 31,4% e de 30,4% em unidades, respectivamente.

Ainda no mesmo período, mas em valores nominais, os apartamentos standard (de R$ 250 mil a R$ 400 mil) tiveram a maior redução de unidades em estoque, contabilizando uma queda de 1.002 imóveis. Os studios, lofts e apartamentos de um dormitório e os apartamentos econômicos (com preço de R$ 170 mil a R$ 250 mil) também recuaram significativamente, com diminuição de 801 e 702 unidades em oferta, nessa ordem.

“Claramente está se estabelecendo um novo patamar para o mercado de lançamentos imobiliários em Curitiba, com ajuste da oferta e da demanda entre os padrões, especialmente naqueles que concentram a maior parte das unidades colocadas no mercado desde 2008. Se esse movimento persistir, acreditamos que a previsão de uma disponibilidade de 25% de imóveis para venda em relação à oferta para esse ano deve se concretizar”, analisa o diretor de Pesquisa de Mercado da Ademi/PR, Fábio Tadeu Araújo.

A pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e da BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, em março de 2016, contou com uma amostra de 369 empreendimentos e 9.296 apartamentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) à venda por construtoras, incorporadoras e imobiliárias, em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Na análise por bairro, considerando fevereiro desse ano, o Batel continua a ser o bairro mais procurado e valorizado de Curitiba. Um exemplo é o Edifício Água Batel, imóvel com a melhor relação área útil por metro quadrado entre os de sua categoria e já pronto para morar! Junto à praticidade da Água Verde e à sofisticação do Batel, próximo de tudo o que é essencial, tem arquitetura arrojada com design que privilegia o conforto, abrindo mão de qualquer desperdício com equipamento em área comum que possa onerar o condomínio.

Confira mais detalhes e entre em contato com a ACMA: https://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-agua-batel/

Fontes: Paraná Online / Bem Paraná

Saiba como usar bem seu FGTS na compra ou quitação de imóvel

Para comprar a casa própria ou quitar o financiamento de um imóvel, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Trabalho) é uma opção boa de recurso, que nos dias atuais, deve ser levada em consideração. Por conta das restrições de saque, a utilização do fundo com esta finalidade tem sido a escolha de muitos trabalhadores. Criado a fim de proteger quem for demitido sem justa causa, o fundo é direito de todo trabalhador devidamente registrado.

O valor, correspondente a 8% do salário bruto, deve ser depositado mensalmente em uma conta na Caixa Econômica Federal (CEF) e todas as operações relacionadas a um imóvel devem estar dentro das condições do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Para que o FGTS possa ser utilizado na compra do imóvel, amortização, liquidação do financiamento ou diminuição do valor das prestações é preciso conferir as regras da CEF, agente operador do FGTS.

Condições

– Registro em carteira deve somar três anos, mesmo que em períodos e empresas diferentes;

– Trabalhador não pode ter outro financiamento do SFH em outra região do País;

– Solicitante não pode ser proprietário de outro imóvel na mesma cidade onde está adquirindo, o que vale para toda a região metropolitana correspondente;

– O imóvel escolhido não pode ter sido adquirido com FGTS há menos de três anos;

– A casa não deve estar localizada em outro município ou região onde o comprador exerça sua função principal;

– No caso de quitação ou redução do valor das parcelas, o solicitante deve estar em dia com o pagamento do financiamento;

– O trabalhador deve ser titular ou assumir a responsabilidade de pagar parte do valor das prestações;

– Por fim, o trabalhador não poderá ser possuidor, promitente comprador, proprietário, usufrutuário ou cessionário de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, no município onde mora ou onde exerce seu trabalho principal, nos municípios limítrofes e na região metropolitana.

Limites

– O valor máximo dos imóveis a serem financiados varia conforme o estado. Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, não devem exceder R$ 750 mil, enquanto nos demais estados o limite é de R$ 650 mil;

– FGTS só pode ser utilizado a cada dois anos.

Restrições

– O FGTS não pode ser utilizado em transações de imóveis comerciais;

– Reforma ou ampliação de imóvel;

– Compra de materiais de construção;

– Adquirir residência para familiares, dependentes e terceiros;

– Viabilizar compra de terrenos sem construção ao mesmo tempo.

Imóvel

– Deve ser de propriedade do proponente o terreno objeto da construção do imóvel, no caso de construção sem aquisição de terreno;

– Estar localizado em área urbana;

– Apresentar, na data de avaliação final, plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios de construção;

– Estar matriculado no Registro de Imóveis (RI) competente;

– Não haver registro de ônus que resulte em impedimento a sua comercialização.

Investir em imóveis ainda é uma das formas mais seguras de ter uma aplicação rentável, conheça os empreendimentos da ACMA e aproveite este momento do mercado imobiliário curitibano: https://www.acma.eng.br/portal/empreendimento/lancamentos/

Fonte: guiadofgts.com.br