Reaquecimento do mercado de imóveis em Curitiba!

Reaquecimento é visível e o momento de aproveitar é agora!

Desde o início do ano, a disponibilidade dos imóveis novos em Curitiba vem caindo. Em abril de 2015, a cidade detinha 10.949 unidades para venda. Já no mesmo período em 2016, esse número caiu para 8.819 unidades. A pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) revela ainda um recuo de 3% no estoque de imóveis novos na variação mensal.

O que muitos compradores não sabem é que os índices do mercado se debruçam sobre os estoques e, hoje, a oferta ainda está pequena. Os ciclos imobiliários funcionam assim, os estoques vão ficando escassos, o que permite que as incorporadoras lancem novos produtos que já nascem alinhados com o novo momento.

Apesar as incertezas em relação à política, a economia tem melhorado e o consumidor se mostra mais confiante para adquirir imóveis nesse período, porém ainda com cautela, pesquisa e comparação, ele vai para o mercado sabendo o que quer, valorizando mais o seu dinheiro na hora de comprar. Ele está mais exigente e é quase um profissional na hora de investir seu dinheiro em imóveis, seja para moradia ou investimento, como obtenção de renda por meio de locação.

Porém, se esperar demais, a chance de pagar bem mais caro é grande.

Os preços dos imóveis em Curitiba já caíram em termos reais entre 8% e 12% e este ciclo de queda do preço está terminando. Por isso, perder a oportunidade de compra hoje, pode fazer com que o consumidor se arrependa em curto prazo, pois com os lançamentos e a renovação dos estoques, comprar imóvel a partir do próximo ano certamente ficará mais caro. A dica é aproveitar o crescimento das linhas alternativas e programas de crédito, como o FGTS.

Na ACMA você encontra imóveis de elevado padrão de qualidade com diferenciais exclusivos, entre os quais a arquitetura, a localização e os itens de conforto são prioridade.

Terra Gutierrez 

Água Batel 

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Fonte: www.investimentosenoticias.com.br

Caixa destina R$ 3,8 bi do FGTS para imóveis de até R$ 750 mil

Se você busca por imóveis de até R$ 750 mil temos uma boa notícia!

A Caixa anunciou que vai destinar R$ 3,8 bilhões para financiar a compra da casa própria pela linha Pró-Cotista FGTS, uma das mais vantajosas do mercado! O banco conseguiu autorização do conselho curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para realocar recursos entre as faixas da linha e passou a contar com R$ 1,5 bilhão para aprovar novos contratos para moradias entre R$ 225 mil e R$ 500 mil.

Os recursos para essa faixa de valor de imóveis tinham secado em abril, dois meses após a Caixa receber R$ 7 bilhões do FGTS. O banco, então, pediu autorização para usar livremente o dinheiro que sobrou para remanejar os recursos que estavam disponíveis para financiar imóveis de outros valores.

Dessa forma, restou ainda R$ 1,8 bilhão para financiar imóveis de até R$ 225 mil e outros R$ 412 milhões para operações para a compra de imóveis entre R$ 500 mil e R$ 750 mil, o teto do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) nas grandes metrópoles (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília).

No início deste ano, o conselho curador do FGTS liberou R$ 21,7 bilhões para o mercado imobiliário justamente para compensar a escassez de recursos da poupança. No primeiro semestre deste ano, a caderneta perdeu R$ 42,6 bilhões, a maior perda de recursos para o período em 22 anos.

DE MAIOR VALOR

Já entraram em vigor as novas condições de financiamento da Caixa para clientes de alta renda. O banco dobrou o limite de financiamento de imóveis do banco, que passará de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões. A parcela que pode ser financiada também subiu de 70% para 80% para imóveis novos e de 60% para 70% no caso de usados.

O vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antônio de Souza, afirmou que o banco tem, ao todo, R$ 16 bilhões para desembolsar em financiamentos imobiliários nesse segundo semestre tendo como fonte a poupança e outros R$ 38 bilhões com recursos do FGTS. Em 2016, o banco pretende liberar R$ 93 bilhões no segmento habitacional.

O objetivo dessas medidas é reaquecer a economia, aumentar as vendas e, em última instância, gerar empregos e renda. Não há trade off entre a habitação de mercado e a habitação social.

Investir em imóveis ainda é uma das formas mais seguras de ter uma aplicação rentável! Conheça nossos empreendimentos e entre em contato pelo (41) 3322-1929.

Edifício Terra Gutierrez https://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-terra-gutierrez/

Edifício Água Batel https://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-agua-batel/

Fonte: http://goo.gl/AcqZcS

Caixa libera verba e volta a financiar 80% do valor de usados

Uma boa notícia: A Caixa Econômica Federal anunciou novas medidas para tentar facilitar a compra da casa própria, em meio à falta de crédito no mercado. Veja quais são essas medidas:

1) Imóveis usados: até 70% ou 80% do valor pode ser financiado

O limite máximo de financiamento de imóveis usados sobe para 70% para a população em geral; no caso de servidores públicos, é um pouco maior: de até 80%. Em abril do ano passado, esse limite havia sido reduzido para 50%.

Ou seja: agora, será possível financiar um imóvel usado pagando uma entrada menor.

O valor máximo dos imóveis é:

  • R$ 750 mil nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal;
  • R$ 650 mil nos demais Estados.

O prazo máximo de financiamento é de 35 anos. As taxas de juros variam de 9,5% a 9,9% ao ano. Isso vale para financiamentos que usam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Não vale para os financiamentos feitos usando recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”.

2) Liberação de R$ 7 bilhões para financiamento com FGTS

A FGTS Pró-Cotista, linha de crédito que costumava ter um volume pequeno de operações, ganhou relevância a partir do ano passado, quando o Conselho Curador do FGTS liberou R$ 5,7 bilhões para financiar a compra de imóveis.

Porém, nos últimos meses, a Caixa havia suspendido a aprovação de novos financiamentos nessa linha e paralisado a assinatura de contratos já aprovados, devido à falta de recursos. Agora, foram liberados R$ 7 bilhões e as operações devem ser retomadas.

Essa linha de financiamento é voltada para famílias com renda acima dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e oferece um dos juros mais baratos do mercado.

O valor máximo dos imóveis, que era de até R$ 400 mil, subiu para até R$ 750 mil. É possível financiar até 85% do valor do imóvel, que pode ser novo ou usado. O prazo máximo de financiamento é de 30 anos. As taxas de juros variam de 7,85% a 8,85% ao ano.

Para contratar, é preciso:

  • Ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não;
  • Se não tiver conta ativa no FGTS, é preciso que seu saldo total no fundo seja igual ou maior que 10% do valor do imóvel ou da escritura, o que for maior.

3) Volta a fazer financiamento do segundo imóvel

A Caixa também anunciou que vai retomar as operações de financiamento do segundo imóvel com as mesmas condições (taxas de juros e prazos) oferecidas para quem está comprando o primeiro.

Ou seja, quem já tem um contrato de financiamento na Caixa por meio do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) pode tomar um novo crédito dessa mesma linha. Em agosto, o banco havia limitado essa opção.

“Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel”, afirmou a presidente da Caixa, Miriam Belchior.

Pressão do governo

O governo federal decidiu novamente recorrer à oferta de crédito e aos bancos públicos para tentar impulsionar a economia. No fim de janeiro, o governo anunciou um pacote de crédito de R$ 83 bilhões por meio dos bancos estatais, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES.

Na época, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que em momento de restrição de caixa, como o atual, é preciso usar linhas de crédito para fazer ajustes.

“Se existem recursos no sistema financeiro que podem auxiliar esse ajustes, a taxas de mercado, sem criar subsídios adicionais, é um dever do governo utilizar esses recursos mais eficientemente.”

A ACMA está à disposição para você que quer conversar sobre financiamento, temos imóveis diferenciados, que atendem os mais diversos nichos de Curitiba. Entre em contato e aproveite nossos diferenciais! (41) 3322-1929

Fonte: UOL Economia

Título: Uso do FGTS para casa própria cresce 25%

Importante instrumento na aquisição da casa própria, nos seis primeiros meses de 2015 o número de financiamentos imobiliários com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) cresceu 25,4% na Caixa Econômica Federal.

Responsáveis por fazer a economia como um todo girar – criando empregos, financiando a construção de moradias, obras de saneamento e infraestrutura -, os recursos do fundo têm especial importância quando se trata do financiamento de imóvel econômico.

De acordo com informações da Caixa, financiamentos com recursos do FGTS têm taxas de juros que variam de acordo com a renda familiar e ficam entre 4,5% e 8,8% ao ano. O prazo máximo para pagamento é de 30 anos e o valor do imóvel não pode passar dos R$ 400 mil. A parcela mensal do financiamento não pode exceder 30% da renda familiar.

Vale a pena acessar o site http://guiadofgts.com.br/ onde você pode tirar conferir todas as regras e conhecer seus detalhes, requisitos dos imóveis e afins. O sonho da casa própria pode estar mais perto do que você imagina! Entre em contato e tenha a certeza de fechar um bom negócio com a ACMA!

Fonte: UOL Finanças

Utilize o FGTS para financiar sua moradia

É possível utilizar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar um imóvel residencial ou construi-lo. O valor do FGTS pode ser utilizado para pagamento integral ou parcial da moradia. O saldo do fundo de garantia pode ser usado não apenas no momento da compra, mas também para pagar parte das prestações, amortizar a dívida ou quitá-la. O FGTS não pode ser usado para compra de bem para terceiros. Somente para a aquisição do de imóvel em que o comprador vai morar.
Condições
Para ter acesso ao benefício, o interessado deve ter, no mínimo, três anos de conta no FGTS, somando todos os períodos de trabalho. No momento do pedido de uso do FGTS, o trabalhador não pode ser titular de financiamento imobiliário concedido pelo Sistema Nacional de Habitação (SFH) em qualquer parte do Território Nacional.
O requerente não pode também ser proprietário, promitente comprador (tem intenção de comprar), cessionário (tem intenção de vender) ou usufrutuário (que possui um imóvel e pode usufruir do bem) de imóvel residencial concluído ou em construção localizado tanto no município e na região onde exerce sua ocupação principal, quanto no município onde pretende adquirir o imóvel por meio do uso do FGTS.
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Características do imóvel
Não são todos os imóveis que podem ser comprados com recursos do FGTS. Somente aqueles com finalidade residencial, destinados para a moradia do interessado, financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), enquadrados no valor-limite estabelecido pelo órgão competentes e localizados nas áreas urbanas das cidades. A utilização de recursos do FGTS na aquisição de imóvel misto é restrita à fração correspondente à unidade residencial. O imóvel deve estar devidamente matriculado no Cartório de Registro de Imóveis competente.
A estimativa do valor do imóvel é feita por engenheiros credenciados pelo agente financeiro. Além disso, para utilização do FGTS na modalidade de aquisição, o imóvel alvo não pode ter sido objeto de utilização do FGTS há menos de 03 anos.
Para requerer o direito de uso do saldo do FGTS, o interessado deve apresentar a certidão de matrícula e cópia do IPTU da casa ou apartamento a ser comprado, para demonstrar que o imóvel está em situação regular e pode ser adquirido com o FGTS.
O saldo do FGTS pode ser utilizado para aquisição de frações de imóveis residenciais quitados ou financiados, concluídos ou em construção. Nesse caso, consulte um agente imobiliário.

Características dos compradores
Duas pessoas que não tenham parentesco ou não tenham união estável, inclusive se forem do mesmo sexo, podem usar o fundo de garantia para comprar um imóvel residencial. Caso haja divórcio ou separação (judicial ou extrajudicial), aquele que perder o direito de morar na residência comprada com uso do FGTS, adquire o direito de voltar a usar o fundo para comprar outro imóvel.