Caixa destina R$ 3,8 bi do FGTS para imóveis de até R$ 750 mil

Se você busca por imóveis de até R$ 750 mil temos uma boa notícia!

A Caixa anunciou que vai destinar R$ 3,8 bilhões para financiar a compra da casa própria pela linha Pró-Cotista FGTS, uma das mais vantajosas do mercado! O banco conseguiu autorização do conselho curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para realocar recursos entre as faixas da linha e passou a contar com R$ 1,5 bilhão para aprovar novos contratos para moradias entre R$ 225 mil e R$ 500 mil.

Os recursos para essa faixa de valor de imóveis tinham secado em abril, dois meses após a Caixa receber R$ 7 bilhões do FGTS. O banco, então, pediu autorização para usar livremente o dinheiro que sobrou para remanejar os recursos que estavam disponíveis para financiar imóveis de outros valores.

Dessa forma, restou ainda R$ 1,8 bilhão para financiar imóveis de até R$ 225 mil e outros R$ 412 milhões para operações para a compra de imóveis entre R$ 500 mil e R$ 750 mil, o teto do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) nas grandes metrópoles (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília).

No início deste ano, o conselho curador do FGTS liberou R$ 21,7 bilhões para o mercado imobiliário justamente para compensar a escassez de recursos da poupança. No primeiro semestre deste ano, a caderneta perdeu R$ 42,6 bilhões, a maior perda de recursos para o período em 22 anos.

DE MAIOR VALOR

Já entraram em vigor as novas condições de financiamento da Caixa para clientes de alta renda. O banco dobrou o limite de financiamento de imóveis do banco, que passará de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões. A parcela que pode ser financiada também subiu de 70% para 80% para imóveis novos e de 60% para 70% no caso de usados.

O vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antônio de Souza, afirmou que o banco tem, ao todo, R$ 16 bilhões para desembolsar em financiamentos imobiliários nesse segundo semestre tendo como fonte a poupança e outros R$ 38 bilhões com recursos do FGTS. Em 2016, o banco pretende liberar R$ 93 bilhões no segmento habitacional.

O objetivo dessas medidas é reaquecer a economia, aumentar as vendas e, em última instância, gerar empregos e renda. Não há trade off entre a habitação de mercado e a habitação social.

Investir em imóveis ainda é uma das formas mais seguras de ter uma aplicação rentável! Conheça nossos empreendimentos e entre em contato pelo (41) 3322-1929.

Edifício Terra Gutierrez https://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-terra-gutierrez/

Edifício Água Batel https://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-agua-batel/

Fonte: http://goo.gl/AcqZcS

Pelo terceiro mês consecutivo, estoque de apartamentos novos recua em Curitiba

O número de apartamentos residenciais novos disponíveis em estoque para a venda recuou ainda mais em Curitiba e chegou a 9.296 unidades em março de 2016, 3% a menos do que o mês anterior quando o saldo foi de 9.575 unidades. Esses dados sinalizam claramente uma adequação da relação entre oferta e demanda na cidade, especialmente nos padrões que concentram a maior fatia de unidades lançadas.

Os dados da pesquisa mensal da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, revelam ainda que, nos últimos 12 meses, a queda no volume de imóveis novos em estoque na capital paranaense foi de 17%. Isso porque, em março de 2015, havia 11.158 apartamentos novos para a venda na cidade.

Vale lembrar que este é o estudo mais completo do setor de incorporação imobiliária para Curitiba e região! Para a presidente da Ademi/PR, Aline Perussolo Soares, os dados da pesquisa reforçam que esse é o momento para a compra do seu imóvel.

O mercado está acompanhando uma redução gradativa do estoque de imóveis novos, combinado a uma baixa expectativa de lançamentos imobiliários para esse ano, o que sinaliza que poderá haver a restrição da oferta em médio prazo, caso essa situação se mantenha. Além disso, os novos empreendimentos provavelmente virão a preços mais elevados, em função do aumento do custo para construção.

Na comparação entre os meses de março de 2016 e de 2015, em valores percentuais, os apartamentos econômicos, com preço de R$ 170 mil a R$ 250 mil, lideraram a redução de unidades em estoque, com recuo de 35,2%. As quedas também foram intensas para os studios, lofts e apartamentos de um dormitório, bem como para os imóveis novos no padrão standard (com preço de R$ 250 mil a R$ 400 mil), que tiveram baixa de 31,4% e de 30,4% em unidades, respectivamente.

Ainda no mesmo período, mas em valores nominais, os apartamentos standard (de R$ 250 mil a R$ 400 mil) tiveram a maior redução de unidades em estoque, contabilizando uma queda de 1.002 imóveis. Os studios, lofts e apartamentos de um dormitório e os apartamentos econômicos (com preço de R$ 170 mil a R$ 250 mil) também recuaram significativamente, com diminuição de 801 e 702 unidades em oferta, nessa ordem.

“Claramente está se estabelecendo um novo patamar para o mercado de lançamentos imobiliários em Curitiba, com ajuste da oferta e da demanda entre os padrões, especialmente naqueles que concentram a maior parte das unidades colocadas no mercado desde 2008. Se esse movimento persistir, acreditamos que a previsão de uma disponibilidade de 25% de imóveis para venda em relação à oferta para esse ano deve se concretizar”, analisa o diretor de Pesquisa de Mercado da Ademi/PR, Fábio Tadeu Araújo.

A pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) e da BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa, em março de 2016, contou com uma amostra de 369 empreendimentos e 9.296 apartamentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos) à venda por construtoras, incorporadoras e imobiliárias, em Curitiba, coletados diretamente junto às empresas do setor.

Na análise por bairro, considerando fevereiro desse ano, o Batel continua a ser o bairro mais procurado e valorizado de Curitiba. Um exemplo é o Edifício Água Batel, imóvel com a melhor relação área útil por metro quadrado entre os de sua categoria e já pronto para morar! Junto à praticidade da Água Verde e à sofisticação do Batel, próximo de tudo o que é essencial, tem arquitetura arrojada com design que privilegia o conforto, abrindo mão de qualquer desperdício com equipamento em área comum que possa onerar o condomínio.

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Fontes: Paraná Online / Bem Paraná

Saiba como usar bem seu FGTS na compra ou quitação de imóvel

Para comprar a casa própria ou quitar o financiamento de um imóvel, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Trabalho) é uma opção boa de recurso, que nos dias atuais, deve ser levada em consideração. Por conta das restrições de saque, a utilização do fundo com esta finalidade tem sido a escolha de muitos trabalhadores. Criado a fim de proteger quem for demitido sem justa causa, o fundo é direito de todo trabalhador devidamente registrado.

O valor, correspondente a 8% do salário bruto, deve ser depositado mensalmente em uma conta na Caixa Econômica Federal (CEF) e todas as operações relacionadas a um imóvel devem estar dentro das condições do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Para que o FGTS possa ser utilizado na compra do imóvel, amortização, liquidação do financiamento ou diminuição do valor das prestações é preciso conferir as regras da CEF, agente operador do FGTS.

Condições

– Registro em carteira deve somar três anos, mesmo que em períodos e empresas diferentes;

– Trabalhador não pode ter outro financiamento do SFH em outra região do País;

– Solicitante não pode ser proprietário de outro imóvel na mesma cidade onde está adquirindo, o que vale para toda a região metropolitana correspondente;

– O imóvel escolhido não pode ter sido adquirido com FGTS há menos de três anos;

– A casa não deve estar localizada em outro município ou região onde o comprador exerça sua função principal;

– No caso de quitação ou redução do valor das parcelas, o solicitante deve estar em dia com o pagamento do financiamento;

– O trabalhador deve ser titular ou assumir a responsabilidade de pagar parte do valor das prestações;

– Por fim, o trabalhador não poderá ser possuidor, promitente comprador, proprietário, usufrutuário ou cessionário de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, no município onde mora ou onde exerce seu trabalho principal, nos municípios limítrofes e na região metropolitana.

Limites

– O valor máximo dos imóveis a serem financiados varia conforme o estado. Em São Paulo, no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, não devem exceder R$ 750 mil, enquanto nos demais estados o limite é de R$ 650 mil;

– FGTS só pode ser utilizado a cada dois anos.

Restrições

– O FGTS não pode ser utilizado em transações de imóveis comerciais;

– Reforma ou ampliação de imóvel;

– Compra de materiais de construção;

– Adquirir residência para familiares, dependentes e terceiros;

– Viabilizar compra de terrenos sem construção ao mesmo tempo.

Imóvel

– Deve ser de propriedade do proponente o terreno objeto da construção do imóvel, no caso de construção sem aquisição de terreno;

– Estar localizado em área urbana;

– Apresentar, na data de avaliação final, plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios de construção;

– Estar matriculado no Registro de Imóveis (RI) competente;

– Não haver registro de ônus que resulte em impedimento a sua comercialização.

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Fonte: guiadofgts.com.br

Caixa libera verba e volta a financiar 80% do valor de usados

Uma boa notícia: A Caixa Econômica Federal anunciou novas medidas para tentar facilitar a compra da casa própria, em meio à falta de crédito no mercado. Veja quais são essas medidas:

1) Imóveis usados: até 70% ou 80% do valor pode ser financiado

O limite máximo de financiamento de imóveis usados sobe para 70% para a população em geral; no caso de servidores públicos, é um pouco maior: de até 80%. Em abril do ano passado, esse limite havia sido reduzido para 50%.

Ou seja: agora, será possível financiar um imóvel usado pagando uma entrada menor.

O valor máximo dos imóveis é:

  • R$ 750 mil nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal;
  • R$ 650 mil nos demais Estados.

O prazo máximo de financiamento é de 35 anos. As taxas de juros variam de 9,5% a 9,9% ao ano. Isso vale para financiamentos que usam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Não vale para os financiamentos feitos usando recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”.

2) Liberação de R$ 7 bilhões para financiamento com FGTS

A FGTS Pró-Cotista, linha de crédito que costumava ter um volume pequeno de operações, ganhou relevância a partir do ano passado, quando o Conselho Curador do FGTS liberou R$ 5,7 bilhões para financiar a compra de imóveis.

Porém, nos últimos meses, a Caixa havia suspendido a aprovação de novos financiamentos nessa linha e paralisado a assinatura de contratos já aprovados, devido à falta de recursos. Agora, foram liberados R$ 7 bilhões e as operações devem ser retomadas.

Essa linha de financiamento é voltada para famílias com renda acima dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e oferece um dos juros mais baratos do mercado.

O valor máximo dos imóveis, que era de até R$ 400 mil, subiu para até R$ 750 mil. É possível financiar até 85% do valor do imóvel, que pode ser novo ou usado. O prazo máximo de financiamento é de 30 anos. As taxas de juros variam de 7,85% a 8,85% ao ano.

Para contratar, é preciso:

  • Ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não;
  • Se não tiver conta ativa no FGTS, é preciso que seu saldo total no fundo seja igual ou maior que 10% do valor do imóvel ou da escritura, o que for maior.

3) Volta a fazer financiamento do segundo imóvel

A Caixa também anunciou que vai retomar as operações de financiamento do segundo imóvel com as mesmas condições (taxas de juros e prazos) oferecidas para quem está comprando o primeiro.

Ou seja, quem já tem um contrato de financiamento na Caixa por meio do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) pode tomar um novo crédito dessa mesma linha. Em agosto, o banco havia limitado essa opção.

“Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel”, afirmou a presidente da Caixa, Miriam Belchior.

Pressão do governo

O governo federal decidiu novamente recorrer à oferta de crédito e aos bancos públicos para tentar impulsionar a economia. No fim de janeiro, o governo anunciou um pacote de crédito de R$ 83 bilhões por meio dos bancos estatais, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES.

Na época, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que em momento de restrição de caixa, como o atual, é preciso usar linhas de crédito para fazer ajustes.

“Se existem recursos no sistema financeiro que podem auxiliar esse ajustes, a taxas de mercado, sem criar subsídios adicionais, é um dever do governo utilizar esses recursos mais eficientemente.”

A ACMA está à disposição para você que quer conversar sobre financiamento, temos imóveis diferenciados, que atendem os mais diversos nichos de Curitiba. Entre em contato e aproveite nossos diferenciais! (41) 3322-1929

Fonte: UOL Economia

A recuperação do setor imobiliário cresce dia a dia

A crise econômica que o Brasil atravessou intensificou também o freio do setor imobiliário, que foi desacelerando após viver uma época dourada entre 2009 e 2011. A queda nos preços dos imóveis, o enfraquecimento das vendas e a falta de novas promoções obscureceram o setor em 2015, um ano marcado pelo esfriamento da economia e uma aguda crise política.

Apesar da queda da demanda pela conjuntura econômica, o Brasil tem um déficit de mais de 5 milhões de imóveis. Isso não permitiu o surgimento de uma bolha imobiliária. E, de fato, apesar dos elevados preços que imperaram no país nos últimos anos, a queda dos valores não significa uma diminuição da bolha porque nunca houve uma especulação desse tamanho!

Houve uma valorização dos imóveis por conta do aumento do crédito e à melhora dos prazos de financiamento, o que introduziu muitas pessoas no mercado e aumentou a demanda, mas não houve uma bolha.

Para o maior sindicato do mercado imobiliário da América Latina, o Secovi-SP, a recuperação do setor está ligada à recuperação da economia, já que há demanda. Apesar dos impedimentos para os consumidores internos, o Brasil ainda apresenta grandes oportunidades para os investidores estrangeiros devido à forte desvalorização do real, que caiu 48,3% frente ao dólar em 2015.

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Fonte: Revista Exame

A hora de comprar um imóvel é agora!

Existe um consenso há anos de que investir no mercado imobiliário é uma forma segura de investir o patrimônio. E está correto! Isso porque, mesmo em tempos de economia retraída, ainda há estabilidade para o comprador.

Como um bem físico, um imóvel não pode ser congelado, assim como outros tipos de aplicação; não tem uma perda vertiginosa de valor, como as ações da Bolsa; e não leva as pessoas à falência.

No caso do investimento imobiliário, os ativos superam as crises. Eles podem até sofrer oscilações de valor, mas a pessoa nunca corre o risco de perder o patrimônio. Em momentos de alta insegurança, essa blindagem é altamente recomendada para substituir outras opções que prometem altos resultados.

Além disso, novos empreendimentos estão chegando ao mercado com a proposta de revitalização de novas áreas da cidade, o que faz com que imóveis e salas comerciais valorizem até mais do que algumas opções de investimentos mais conservadores: você adquire por um preço abaixo do mercado e, quando o bairro ganha novos empreendimentos, ele acaba ganhando valor junto com o seu entorno.

Muitos especialistas afirmam que investir em imóveis é uma fonte de renda que pode se tornar vitalícia. Existem duas possibilidades básicas: você investe, aprimora e vende por um preço superior ao pago, ou adquirir uma renda mensal através de locações.

Em cenários difíceis de economia, pessoas e empresas apresentam uma necessidade maior de caixa. Por isso, imóveis são postos a venda em um volume maior do que normalmente, com ofertas mais atrativas e descontos acima da média.

Por isso que o grande momento para a compra é este!

Além da possibilidade de ver seu imóvel adquirir valor com o crescimento da região onde está, existe uma série de outros benefícios que a compra de imóveis novos, por exemplo, pode trazer:

Quando na planta

– Instalações novas e estruturas mais modernas;

– Tempo de planejamento para reformas e decoração;

– Alta liquidez, principalmente em casos de imóveis bem localizados;

– Processo de financiamento facilitado.

Novas instalações comerciais

– Valorização crescente;

– Contratos de aluguel mais longos;

– Alta rentabilidade;

– Mercado de imóveis comerciais em expansão.

Avalie e tenha certeza que esta é a hora certa para investir em imóveis!

Fonte:  www.dc.clicrbs.com.br

Título: Uso do FGTS para casa própria cresce 25%

Importante instrumento na aquisição da casa própria, nos seis primeiros meses de 2015 o número de financiamentos imobiliários com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) cresceu 25,4% na Caixa Econômica Federal.

Responsáveis por fazer a economia como um todo girar – criando empregos, financiando a construção de moradias, obras de saneamento e infraestrutura -, os recursos do fundo têm especial importância quando se trata do financiamento de imóvel econômico.

De acordo com informações da Caixa, financiamentos com recursos do FGTS têm taxas de juros que variam de acordo com a renda familiar e ficam entre 4,5% e 8,8% ao ano. O prazo máximo para pagamento é de 30 anos e o valor do imóvel não pode passar dos R$ 400 mil. A parcela mensal do financiamento não pode exceder 30% da renda familiar.

Vale a pena acessar o site http://guiadofgts.com.br/ onde você pode tirar conferir todas as regras e conhecer seus detalhes, requisitos dos imóveis e afins. O sonho da casa própria pode estar mais perto do que você imagina! Entre em contato e tenha a certeza de fechar um bom negócio com a ACMA!

Fonte: UOL Finanças