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Mercado imobiliário reaquecendo já é realidade

Segundo especialistas, a economia do país está melhorando aos poucos, mas já é possível notar uma melhora no desempenho do mercado imobiliário.

Segundo especialistas, os quatro primeiros meses de 2017 foram otimistas e o reaquecimento do mercado imobiliário já é realidade. Apesar de uma melhora tímida, os dados são uma demonstração de que a economia está voltando ao crescimento existente há alguns anos – como, por exemplo, a estimativa de alta em 1,3% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro do primeiro trimestre.

Além desse indicador, alguns outros podem ser relacionados diretamente ao reaquecimento. Segundo o presidente da Associação Comercial de Sorocaba (Acso), o otimismo no setor imobiliário também está ligado à queda de 1% da taxa básica de juros (Selic) – chegando, hoje, a 11,25%. Já de acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), os meses de janeiro, fevereiro e março deste ano tiveram alta de 12% nas vendas de novos consórcios imobiliários, enquanto os créditos comercializados para o mesmo setor subiram em 30%.

No período da forte recessão econômica (2013 a 2015), investimentos sobre os imóveis usados tiveram um grande destaque, entre eles as vendas e locações. Com relação aos novos empreendimentos, o crescimento foi visível neste início de ano.

Fundos imobiliários

Por conta da redução da taxa Selic, ato iniciado em outubro de 2016, poupadores buscaram novas opções de investimentos que fossem mais rentáveis. Dentre essas opções, encontra-se o fundo imobiliário, cuja aplicação de recursos se dá em escritórios, shoppings, hotéis, entre outros empreendimentos.

Quem pratica esse tipo de investimento, pode lucrar com a valorização das cotas na Bolsa de Valores, além de também ter rendimento mensal, o que vai depender do fundo escolhido. Porém, uma regra simples se faz necessária: é preciso pesquisar a qualidade e a localização dos imóveis antes de investir em um.

A ACMA trabalha com a construção de imóveis de alto padrão, com diferenciais exclusivos. Conheça os nossos empreendimentos Terra Gutierrez e Água Batel e garanta uma moradia de qualidade em Curitiba!

Fontes:

http://paranashop.com.br/2017/05/reaquecimento-do-mercado-imobiliario-sinaliza-aceleracao-da-economia/

http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/mercado-imobiliario-do-interior/noticia/setor-imobiliario-esta-otimista-para-2017-e-acredita-que-a-recuperacao-ja-comecou.ghtml

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/05/1884031-fundos-imobiliarios-se-recuperam-e-sinalizam-a-retomada-do-setor.shtml

Imóveis novos crescem mais de 13% em vendas em Curitiba

Com o aumento da oferta de crédito e reaquecimento do mercado, o estoque de imóveis novos está cada vez mais disputado pelos interessados

Apesar das dificuldades que o mercado brasileiro sofreu nos últimos tempos, os imóveis novos têm se valorizado em Curitiba. Desde março deste ano os valores de venda aumentam ao ritmo de aproximadamente 1% ao mês. As vendas estão aquecidas, pois como a tendência é de alta, os compradores mais atentos compreendem que cada mês de antecipação pode fazer diferença – e muita – no valor final da compra do novo imóvel. Afinal, 1% de diferença em bens da ordem de centenas de milhares de reais, ou até mesmo milhões de reais, é um bocado de dinheiro. O resultado é uma intensa busca pelos últimos lançamentos ainda disponíveis em Curitiba.

O destaque em Curitiba fica por conta dos imóveis de três quartos. De acordo com o índice FipeZap, em um ano (outubro 2015 – outubro 2016) o preço de venda desse tipo teve um crescimento de 6,19%. O interessante é que desde março deste ano ele passou a ser absolutamente crescente, com uma variação média em torno de 1% ao mês.

Imóveis Novos
Gráfico mostra aumento considerável no preço de vendas dos imóveis novos em Curitiba para o período de um ano.

Agora é a hora boa para quem quer comprar!

Com a volta da expansão da oferta de crédito e a queda nos juros, as possibilidades aumentaram para quem deseja comprar imóveis novos para investimento ou até mesmo como um novo lar. Como os atuais lançamentos que ainda possuem estoque tiveram seus terrenos comprados anos atrás, o valor de venda final destes imóveis novos ainda tem raízes naquela época, tornando-os extremamente atrativos para os dias atuais. Quando os lançamentos construídos a partir da época de crise forem as únicas opções de compra de imóveis novos, os consumidores só contarão com opções mais caras de imóveis novos a seu alcance.

Além disso, economistas já preveem um aumento nos preços para 2017, já que os imóveis novos também chegam com correções considerando a inflação vigente. Ou seja, a hora é agora.

As pessoas que desejam investir devem levar em consideração o momento do mercado. Quem comprar imóveis novos agora, terá a opção de revender por valores superiores em novos períodos, não só retomando o valor investido, como obtendo um bom lucro. E para quem quer morar, o período favorece os que procuram bons preços e boas condições, enquanto as construtoras e incorporadoras têm suas últimas unidades de estoques anteriores a preços convidativos.

Imóveis novos
Imóveis novos da ACMA possuem localização privilegiada

A ACMA Construções Civis possui lançamentos ótimos nas regiões mais privilegiadas de Curitiba, sempre com ótima relação custo-benefício. Aproveite o momento do mercado para adquirir imóveis novos perfeitos para seu investimento ou seu novo lar!

Entre em contato e conheça mais sobre nossos empreendimentos.

Conheça aqui alguns artigos que inspiraram este texto da ACMA. São conteúdos de alta relevância para o entendimento deste importante momento de mercado e suas oportunidades.

http://fipezap.zapimoveis.com.br/

https://www.bemparana.com.br/noticia/470786/vendas-de-imoveis-novos-crescem-131-em-agosto-em-curitiba

http://www.segs.com.br/economia/40539-mercado-imobiliario-comeca-a-perceber-recuperacao.html

http://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/tha/noticia/2016/09/imoveis-em-curitiba-tem-melhor-oferta-de-descontos-dos-ultimos-5-anos.html

http://www.ademipr.com.br/noticias/estoque-de-novos-curitiba-abril

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/venda-de-imoveis-novos-mostra-recuperacao-e-cresce-13-em-agosto-290b8mdy1vd3wzl882s8av0wr

 

 

 

A recuperação do setor imobiliário cresce dia a dia

A crise econômica que o Brasil atravessou intensificou também o freio do setor imobiliário, que foi desacelerando após viver uma época dourada entre 2009 e 2011. A queda nos preços dos imóveis, o enfraquecimento das vendas e a falta de novas promoções obscureceram o setor em 2015, um ano marcado pelo esfriamento da economia e uma aguda crise política.

Apesar da queda da demanda pela conjuntura econômica, o Brasil tem um déficit de mais de 5 milhões de imóveis. Isso não permitiu o surgimento de uma bolha imobiliária. E, de fato, apesar dos elevados preços que imperaram no país nos últimos anos, a queda dos valores não significa uma diminuição da bolha porque nunca houve uma especulação desse tamanho!

Houve uma valorização dos imóveis por conta do aumento do crédito e à melhora dos prazos de financiamento, o que introduziu muitas pessoas no mercado e aumentou a demanda, mas não houve uma bolha.

Para o maior sindicato do mercado imobiliário da América Latina, o Secovi-SP, a recuperação do setor está ligada à recuperação da economia, já que há demanda. Apesar dos impedimentos para os consumidores internos, o Brasil ainda apresenta grandes oportunidades para os investidores estrangeiros devido à forte desvalorização do real, que caiu 48,3% frente ao dólar em 2015.

Investir em imóveis ainda é uma das formas mais seguras de ter uma aplicação rentável, conheça os empreendimentos da ACMA e aproveite este momento do mercado imobiliário curitibano: https://www.acma.eng.br/portal/empreendimento/lancamentos/

Fonte: Revista Exame

Estoque de número de imóveis novos em Curitiba é o menor dos últimos três anos

Esse primeiro trimestre de 2016 começou bem aquecido para o mercado imobiliário no Paraná, de acordo com a ADEMI – Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná, com 6% mais de vendas do que em relação à 2015. Várias facilidades oferecidas pelas construtoras estão contribuindo atualmente para que os imóveis novos sejam rapidamente negociados, atingindo o menor estoque dos últimos 3 anos.

De acordo com a ADEMI, os compradores destes novos imóveis preferem os do tipo stand, de R$ 250 mil a R$ 400 mil reais. O estoque desses apartamentos vem diminuindo dia a dia e sendo consumido por um público bem diversificado, desde pessoas que estão saindo de casa, casando ou separando, a chegada de filhos… tudo isso gera um crescimento orgânico na busca destes imóveis.

A grande parte dos novos imóveis de lançamentos são voltados a nichos específicos do mercado; em 2015 o que predominou foram imóveis de 4 dormitórios com, o restante, sendo consumido normalmente, com saídas de estoque de construtoras e incorporadoras.

Em 2016 o que está sendo observado é a procura de imóveis já prontos ou ainda na planta, que dá uma possibilidade maior de planejamento da compra. Somado a isso, imóveis que estão sendo finalizados agora também apresentam uma procura maior e, aparentemente, deve continuar por mais um tempo.

O mercado imobiliário continua oferecendo grandes oportunidades, principalmente para públicos exigentes de boa localização, estrutura e condições de pagamento. O curitibano não busca só preço: ele quer um imóvel bem iluminado e arejado, com bons acabamentos, ele busca o imóvel que seja “da vida dele”. Felizmente boas oportunidades não faltarão em 2016!

Em relação às taxas de juros, está havendo uma movimentação – principalmente das instituições públicas – para que até o meio do ano o consumo de imóveis, através de financiamento, seja fortalecido. Lembrando que, de acordo com a ADEMI, o reajuste da maior parte dos imóveis de Curitiba ficou abaixo da inflação: enquanto em 2015 estava em 10,67%, em 2016 esse ajuste ficou em apenas 5%.

Conheça os empreendimentos da ACMA e escolha o imóvel dos seus sonhos:

Terra Gutierrez https://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-terra-gutierrez/

Água Batel http://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-agua-batel/

Fonte: Globo.com/PR

O que é incorporação, incorporadora e construtora?

O mercado imobiliário é composto por várias partes até chegar nas questões de venda e aluguel de casas, apartamentos e salas comerciais. Por trás de tudo isso estão alguns elementos muito importantes, como a incorporação, a incorporadora e a construtora. Ainda assim, muitos podem ter dúvidas quanto à definição e qual a função de cada uma delas.

A incorporação imobiliária é a parte jurídica. De acordo com o parágrafo único do art. 28 da lei federal nº 4.591/64 – lei de incorporações – trata-se da padronização e formalização junto ao cartório de imóveis sobre a atividade de promover e realizar a construção de edificações indicando várias informações, como qual o número de unidades juntamente com qual será a área de cada uma delas e quantas vagas na garagem, por exemplo. A empresa responsável por esse processo de incorporação imobiliária é chamada de incorporadora.

A incorporadora é a grande administradora de tudo isso. É a parte empreendedora responsável por reconhecer as oportunidades de compra e construção, analisar se é viável, obtém o terreno e qual o tipo de construção será feita no local. É ela que se responsabiliza por falar com o dono do terreno (que muitas vezes recebe algumas unidades do edifício como forma de pagamento) e por vender as unidades.

Na maioria das vezes, é ela quem contrata outras prestadoras de serviço para colocar o projeto da edificação em prática, como o financiador, consultorias de planejamento imobiliário e a construtora.

A construtora é a empresa para colocar em prática as obras. Em termos de serviços, ela é a responsável por contratar a mão de obra e os equipamentos necessários, assim como as maquinas.

Ela está encarregada de cuidar da qualidade do trabalho da obra, por isso se fazem testes com o material e ensaios com a tecnologia construtiva que irão usar para obter um edifício estável e sem vícios construtivos, ou seja, sem problemas físicos como trincas, rachaduras, infiltrações ou instabilidade.

A construtora deve cuidar de tudo isso no prazo estipulado e com segurança (motivo pelo qual deve haver sempre em todas as construções um técnico de segurança do trabalho).

Tem alguma dúvida sobre o mercado imobiliário? Deixe nos comentários!

Fonte: www.segs.com.br