Morar em Curitiba e suas vantagens

Ter um lar próximo a áreas verdes, sustentabilidade e variedade de programas fazem crescer a procura por morar em Curitiba

A capital paranaense é mundialmente conhecida por sua sustentabilidade, ruas limpas, projetos de coleta e reciclagem de lixo, áreas verdes e transporte público de alta qualidade. Morar em Curitiba se tornou sinônimo de qualidade de vida, com bom custo de vida quando comparada a outras capitais do país.

Mais sobre a cidade

Curitiba possui 1.851.215 habitantes que se distribuem por 75 bairros em mais de 430km² de área. A capital tem vários bosques, praças e parques, o que a deixa com um dos melhores níveis de área verde do país – 52 m² por pessoa. Por isso, morar em Curitiba é sempre estar em contato com a natureza e ter a possibilidade de diversos passeios ecológicos.

Vantagens de se morar em Curitiba

Além dos itens destacados anteriormente, a cidade possui lugares lindos, como mostra a coleção da CNN dos 20 lugares mais bonitos do Brasil, dos quais três são curitibanos. Morar em Curitiba proporciona ainda, melhor qualidade de vida, de acordo com o relatório Green City Index, que avaliou 17 cidades da América Latina, sendo a capital paranaense a mais sustentável de todas.

A cidade se destacou também no ranking de melhor bem-estar urbano. O Observatório das Metrópoles, coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), analisou mais de 5.500 municípios do país e os avaliou segundo cinco indicadores: condições ambientais, condições habitacionais, infraestrutura, mobilidade urbana e serviços coletivos urbanos. Das 27 capitais, Curitiba ficou em terceiro lugar.

A cidade possui ainda diversas opções de imóveis, para os mais diferentes gostos e bolsos. A ACMA tem empreendimentos nas melhores regiões, com o melhor acabamento e metragens diferenciadas a preços especiais. Tudo isso para você morar em Curitiba com muito estilo e conforto!

Conheça mais: www.acma.eng.br

Para esse texto que conta as vantagens de se morar em Curitiba, utilizamos os seguintes links como inspiração:

http://creci-rj.gov.br/curitiba-e-a-cidade-mais-sustentavel-da-america-latina-2/

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/09/27/sp-fica-em-12-lugar-em-ranking-de-bem-estar.htm

http://www.custodevida.com.br/ranking-capitais/

http://www.curitibacvb.com.br/noticia/curitiba-conhecida-mundialmente-pela-sustentabilidade

http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/perfil-da-cidade-de-curitiba/174

 

Sri Lanka constrói maior edifício-jardim do mundo

Situado em uma ilha ao sul da Índia, o Sri Lanka, até então, era conhecido como um país ideal para quem procura turismo exótico. Desde 2014, porém, passou a chamar a atenção da construção civil e da arquitetura. Nos arredores da capital Colombo está nascendo o maior edifício-jardim do mundo. A torre com 46 andares e 164 apartamentos se destaca pelos imensos terraços com plantas!milroy-perera-associates-clearpoint-residencies-designboomt milroy-perera-associates-clearpoint-residencies-designboom-08

Um fato interessante, é que a equipe de paisagistas escolherá criteriosamente a ornamentação, para que ela cumpra a função de refrigerar o ambiente, já que o Sri Lanka tem temperatura média anual de 27 °C. Além disso, o prédio atenderá conceitos internacionais de sustentabilidade para credenciar-se com um exemplo global de prédio-verde.

O edifício Clear Point Residence terá um custo equivalente a R$ 165 milhões. Para conseguir a certificação LEED Platinum – o mais alto nível dos selos de sustentabilidade -, a edificação ganhou uma central de concreto em seu canteiro de obras para processar os quase 60 mil m³ de material que serão consumidos por suas estruturas. O cimento e o concreto usados para erguer o prédio precisam comprovar a baixa emissão de dióxido de carbono. Além disso, sistemas de reúso de água e de baixo consumo de energia elétrica fazem parte do projeto da torre verde. Não é incrível?

A água utilizada nos chuveiros, nas pias e nas lavanderias será levada a uma estação de tratamento instalada no prédio e, em seguida, misturada à água da chuva. O volume coletado e armazenado servirá para as descargas dos banheiros e ao sistema de irrigação dos jardins. A variedade de plantas e árvores a serem plantadas nos terraços também irá agregar ao perfil do empreendimento. Paisagistas foram contratados para pensar em variedades com folhas que atuem como filtros e ainda funcionem como um ar-condicionado natural dos apartamentos. Os moradores também terão o direito de definir as plantas que querem em seus imóveis.

milroy-perera-associates-clearpoint-residencies-designboomt45milroy-perera-associates-clearpoint-residencies-designboomt4

Pelo projeto do prédio, que deverá ter sua construção finalizada no início de 2016, 45% da água utilizada nele será de reúso ou captada da chuva. “Em última instância, o objetivo é criar um espaço onde você pode não só conviver diretamente com o meio ambiente, mas contribuir ativamente com o uso sustentável de seus recursos”, disse o arquiteto Milroy Perera, lembrando que ventilação e insolação também foram fatores estudados pelos projetistas.

A angulação do prédio permitirá aproveitar o máximo de iluminação natural e das correntes de vento da cidade de Colombo. O foco principal de cada apartamento será o de proporcionar uma atmosfera e um sentimento, a cada morador, de que ele estivesse residindo em uma casa com quintal. A ACMA é entusiasta de arquiteturas sustentáveis e sabe a importância deste tipo de empreendimento, parabéns ao Sri Lanka!

Fonte: Cimento Itambé / www.clearpointresidencies.com

Arquiteto italiano cria torre que transforma vapor atmosférico em água potável

O arquiteto italiano Arturo Vittori, preocupado em ampliar o acesso à água potável em locais afetados pela falta de chuvas, desenvolveu o WarkaWater, capaz de captar o vapor de água atmosférico e torná-lo próprio para consumo.
O projeto, concebido há pouco mais de um ano para comunidades rurais da Etiópia, na África, consiste em uma torre de cerca de 90 quilos e dez metros de altura construída a partir de materiais como bambu ou talos de juncus. No interior, a estrutura é forrada por uma malha de plástico perfurada que ajuda a captar gotículas de orvalho, que escorrem até uma bacia na parte inferior da torre.
O formato de cone, de acordo com o escritório responsável Architecture and Vision, otimiza o transporte e armazenamento da torre e garante proteção ao ataque de animais por meio de estruturas de bambu pontiagudas no topo.
A torre tem capacidade para coletar cerca de 100 litros de água por dia. Cada unidade custa 500 dólares e pode ser construída em qualquer lugar sem a necessidade de equipamentos construtivos. O objetivo de Vittori é firmar parcerias que viabilizem a execução do projeto em outras áreas.

Confira um vídeo demonstrativo:

Fonte: Techne.pini.com.br