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Caixa libera verba e volta a financiar 80% do valor de usados

Uma boa notícia: A Caixa Econômica Federal anunciou novas medidas para tentar facilitar a compra da casa própria, em meio à falta de crédito no mercado. Veja quais são essas medidas:

1) Imóveis usados: até 70% ou 80% do valor pode ser financiado

O limite máximo de financiamento de imóveis usados sobe para 70% para a população em geral; no caso de servidores públicos, é um pouco maior: de até 80%. Em abril do ano passado, esse limite havia sido reduzido para 50%.

Ou seja: agora, será possível financiar um imóvel usado pagando uma entrada menor.

O valor máximo dos imóveis é:

  • R$ 750 mil nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal;
  • R$ 650 mil nos demais Estados.

O prazo máximo de financiamento é de 35 anos. As taxas de juros variam de 9,5% a 9,9% ao ano. Isso vale para financiamentos que usam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Não vale para os financiamentos feitos usando recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”.

2) Liberação de R$ 7 bilhões para financiamento com FGTS

A FGTS Pró-Cotista, linha de crédito que costumava ter um volume pequeno de operações, ganhou relevância a partir do ano passado, quando o Conselho Curador do FGTS liberou R$ 5,7 bilhões para financiar a compra de imóveis.

Porém, nos últimos meses, a Caixa havia suspendido a aprovação de novos financiamentos nessa linha e paralisado a assinatura de contratos já aprovados, devido à falta de recursos. Agora, foram liberados R$ 7 bilhões e as operações devem ser retomadas.

Essa linha de financiamento é voltada para famílias com renda acima dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e oferece um dos juros mais baratos do mercado.

O valor máximo dos imóveis, que era de até R$ 400 mil, subiu para até R$ 750 mil. É possível financiar até 85% do valor do imóvel, que pode ser novo ou usado. O prazo máximo de financiamento é de 30 anos. As taxas de juros variam de 7,85% a 8,85% ao ano.

Para contratar, é preciso:

  • Ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não;
  • Se não tiver conta ativa no FGTS, é preciso que seu saldo total no fundo seja igual ou maior que 10% do valor do imóvel ou da escritura, o que for maior.

3) Volta a fazer financiamento do segundo imóvel

A Caixa também anunciou que vai retomar as operações de financiamento do segundo imóvel com as mesmas condições (taxas de juros e prazos) oferecidas para quem está comprando o primeiro.

Ou seja, quem já tem um contrato de financiamento na Caixa por meio do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) pode tomar um novo crédito dessa mesma linha. Em agosto, o banco havia limitado essa opção.

“Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel”, afirmou a presidente da Caixa, Miriam Belchior.

Pressão do governo

O governo federal decidiu novamente recorrer à oferta de crédito e aos bancos públicos para tentar impulsionar a economia. No fim de janeiro, o governo anunciou um pacote de crédito de R$ 83 bilhões por meio dos bancos estatais, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES.

Na época, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que em momento de restrição de caixa, como o atual, é preciso usar linhas de crédito para fazer ajustes.

“Se existem recursos no sistema financeiro que podem auxiliar esse ajustes, a taxas de mercado, sem criar subsídios adicionais, é um dever do governo utilizar esses recursos mais eficientemente.”

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Fonte: UOL Economia

A recuperação do setor imobiliário cresce dia a dia

A crise econômica que o Brasil atravessou intensificou também o freio do setor imobiliário, que foi desacelerando após viver uma época dourada entre 2009 e 2011. A queda nos preços dos imóveis, o enfraquecimento das vendas e a falta de novas promoções obscureceram o setor em 2015, um ano marcado pelo esfriamento da economia e uma aguda crise política.

Apesar da queda da demanda pela conjuntura econômica, o Brasil tem um déficit de mais de 5 milhões de imóveis. Isso não permitiu o surgimento de uma bolha imobiliária. E, de fato, apesar dos elevados preços que imperaram no país nos últimos anos, a queda dos valores não significa uma diminuição da bolha porque nunca houve uma especulação desse tamanho!

Houve uma valorização dos imóveis por conta do aumento do crédito e à melhora dos prazos de financiamento, o que introduziu muitas pessoas no mercado e aumentou a demanda, mas não houve uma bolha.

Para o maior sindicato do mercado imobiliário da América Latina, o Secovi-SP, a recuperação do setor está ligada à recuperação da economia, já que há demanda. Apesar dos impedimentos para os consumidores internos, o Brasil ainda apresenta grandes oportunidades para os investidores estrangeiros devido à forte desvalorização do real, que caiu 48,3% frente ao dólar em 2015.

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Fonte: Revista Exame

Estoque de número de imóveis novos em Curitiba é o menor dos últimos três anos

Esse primeiro trimestre de 2016 começou bem aquecido para o mercado imobiliário no Paraná, de acordo com a ADEMI – Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná, com 6% mais de vendas do que em relação à 2015. Várias facilidades oferecidas pelas construtoras estão contribuindo atualmente para que os imóveis novos sejam rapidamente negociados, atingindo o menor estoque dos últimos 3 anos.

De acordo com a ADEMI, os compradores destes novos imóveis preferem os do tipo stand, de R$ 250 mil a R$ 400 mil reais. O estoque desses apartamentos vem diminuindo dia a dia e sendo consumido por um público bem diversificado, desde pessoas que estão saindo de casa, casando ou separando, a chegada de filhos… tudo isso gera um crescimento orgânico na busca destes imóveis.

A grande parte dos novos imóveis de lançamentos são voltados a nichos específicos do mercado; em 2015 o que predominou foram imóveis de 4 dormitórios com, o restante, sendo consumido normalmente, com saídas de estoque de construtoras e incorporadoras.

Em 2016 o que está sendo observado é a procura de imóveis já prontos ou ainda na planta, que dá uma possibilidade maior de planejamento da compra. Somado a isso, imóveis que estão sendo finalizados agora também apresentam uma procura maior e, aparentemente, deve continuar por mais um tempo.

O mercado imobiliário continua oferecendo grandes oportunidades, principalmente para públicos exigentes de boa localização, estrutura e condições de pagamento. O curitibano não busca só preço: ele quer um imóvel bem iluminado e arejado, com bons acabamentos, ele busca o imóvel que seja “da vida dele”. Felizmente boas oportunidades não faltarão em 2016!

Em relação às taxas de juros, está havendo uma movimentação – principalmente das instituições públicas – para que até o meio do ano o consumo de imóveis, através de financiamento, seja fortalecido. Lembrando que, de acordo com a ADEMI, o reajuste da maior parte dos imóveis de Curitiba ficou abaixo da inflação: enquanto em 2015 estava em 10,67%, em 2016 esse ajuste ficou em apenas 5%.

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Fonte: Globo.com/PR