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Financiamento com FGTS reduz o preço de imóveis de até R$1,5mi

Compradores de classe média alta que realizem um financiamento com FGTS podem, ao final, economizar até R$250 mil

Na compra de um imóvel, é essencial a análise das formas de pagamento mais viáveis. Com a elevação do teto de financiamento com FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para R$1,5 milhão, decisão do governo e que entrou em vigor no final de fevereiro, os consumidores da classe média alta passaram a ter uma vantagem ao adquirir seu imóvel.

Como funciona o financiamento com FGTS?

De acordo com informações do próprio site do Governo Federal, o financiamento com FGTS é destinado, predominantemente, às famílias com renda bruta mensal de até RS6.500,00. Vale destacar que, apenas imóveis residenciais, em áreas urbanas ou rurais, podem ser negociados com esse recurso.

Para a concessão de financiamento com FGTS, o Conselho Curador do mesmo aloca recursos nos seguintes programas:

– Carta de crédito individual: financiamento com FGTS concedido diretamente a pessoas físicas, para aquisição, construção ou reforma de imóvel habitacional e até aquisição de materiais de construção

– Carta de crédito associativo: concessão de financiamento com FGTS a pessoas físicas, de forma individual, mas agrupadas em sindicatos ou condomínios, associações, entidades privadas que produzem imóveis habitacionais, entre outros.

– Pró-cotista: estes recursos são destinados ao trabalhador titular da conta vinculada do FGTS para a realização do financiamento. Para isso, ele deve possuir, no mínimo, três anos de trabalho sob o regime do FGTS, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em empresas diferentes. Na data da concessão do financiamento com FGTS, o trabalhador deve apresentar o contrato de trabalho ativo ou o saldo da conta vinculada correspondente a, no mínimo, 10% do valor avaliado do imóvel.

– Pró-moradia: por fim, este programa tem seus recursos usados por Municípios, Estados, pelo Distrito Federal ou pelos órgãos das respectivas administrações direta ou indireta, para proporcionar moradia a pessoas em situação de vulnerabilidade, com renda familiar mensal de até R$1.600,00.

Benefícios do financiamento com FGTS

De acordo com os resultados da simulação feita pelo fundador do site Canal do Crédito, Marcelo Prata, o consumidor de renda mais alta pode economizar até R$250 mil ao final do financiamento com FTGS, com a parcela inicial R$1.185,44 mais barata e com as taxas de juros 1,5 ponto percentual menor que o regime anterior.

Porém, é importante ressaltar que essa mudança só é válida para empreendimentos novos e até 31 de dezembro deste ano. Por isso, não perca tempo e conheça os lançamentos alto padrão da ACMA.

Entre em contato e saiba mais: (41) 3082-1929 / (41) 3078-1929

Para este artigo, tivemos como fonte de informações os links a seguir:

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/com-fgts-financiar-imovel-de-ate-r-15-milhao-fica-mais-barato/

http://www.fgts.gov.br/financiamento.asp

Financiamento direto com a ACMA Construções Civis é vantagem

Imóveis acima de R$350 mil possuem taxas de juros melhores em financiamento direto com a construtora

Na hora de comprar a casa própria é preciso pensar em vários detalhes, como localização, face, distância do trabalho, planta, tamanho e, claro, o dinheiro que se tem no bolso. Para este último, existe uma variação de benefícios, que dependem do valor do imóvel e da quantidade de dinheiro na conta. A compra de imóveis de alto padrão, por exemplo, é muito mais vantajosa quando é feita via financiamento direto com a construtora.

Os imóveis da ACMA se encaixam nesse perfil, já que o excelente acabamento e localizações privilegiadas os tornam de alto padrão. Dessa forma, os compradores podem negociar direto com a construtora o pagamento em até 30 parcelas.

Qual a diferença entre financiamento direto com a construtora e com o banco?

Incorporadoras que vendem imóveis na planta tendem a oferecer um financiamento próprio. Por isso, surge a dúvida se o comprador deve, ou não, seguir essa estratégia.

O tempo que vai levar o pagamento e as taxas de juros aplicadas sobre este são as maiores diferenças entre o financiamento direto com a construtora ou via banco. Os prazos bancários são maiores, podendo chegar até 30 anos. Já os juros tendem ser muitos parecidos.

Porém, os imóveis acima de R$350 mil são considerados fora do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Este sistema visa ajudar pessoas de classe mais baixa a garantir a compra da casa própria, empregando recursos do FGTS e da poupança para aquisição ou construção de residências. Sendo assim, para imóveis de alto padrão, nada melhor do que financiamento direto com a construtora.

Isso acontece porque, mesmo com prazos maiores oferecidos pelo banco, é aplicada a correção do saldo devedor pela Taxa Referencial e mais juros de 12%. Além de não haver juros na fase de obra quando o imóvel é comprado na planta, o financiamento direto com a construtora apresenta maior flexibilidade que o bancário.

As incorporadoras permitem, por exemplo, os famosos “balões”, que são utilizados no caso de o cliente ganhar um dinheiro extra e desejar amortizar um valor maior de uma vez só. Ou então, caso haja atraso de uma ou duas parcelas, o comprador tem a possibilidade de negociar com a construtora, sem se complicar e, por isso, até compradores de imóveis abaixo de R$150 mil procuram realizar o financiamento direto com a construtora.

Conheça os empreendimentos da ACMA e saiba mais sobre a opção de financiamento direto com a construtora: www.acma.eng.br

Fontes:

http://comocomprarumapartamento.com.br/financiamento/financiamento-com-a-construtora-ou-com-o-banco-qual-e-melhor/

http://revista.zapimoveis.com.br/e-melhor-dever-ao-banco-ou-a-construtora/

http://educandoseubolso.blog.br/2015/07/09/financiamento-habitacional-direto-pela-construtora-vale-a-pena/

https://www.melhortaxa.com.br/entenda-o-credito/qual-e-a-diferenca-entre-sfh-ou-sfi-/100094

Caixa destina R$ 3,8 bi do FGTS para imóveis de até R$ 750 mil

Se você busca por imóveis de até R$ 750 mil temos uma boa notícia!

A Caixa anunciou que vai destinar R$ 3,8 bilhões para financiar a compra da casa própria pela linha Pró-Cotista FGTS, uma das mais vantajosas do mercado! O banco conseguiu autorização do conselho curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para realocar recursos entre as faixas da linha e passou a contar com R$ 1,5 bilhão para aprovar novos contratos para moradias entre R$ 225 mil e R$ 500 mil.

Os recursos para essa faixa de valor de imóveis tinham secado em abril, dois meses após a Caixa receber R$ 7 bilhões do FGTS. O banco, então, pediu autorização para usar livremente o dinheiro que sobrou para remanejar os recursos que estavam disponíveis para financiar imóveis de outros valores.

Dessa forma, restou ainda R$ 1,8 bilhão para financiar imóveis de até R$ 225 mil e outros R$ 412 milhões para operações para a compra de imóveis entre R$ 500 mil e R$ 750 mil, o teto do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) nas grandes metrópoles (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília).

No início deste ano, o conselho curador do FGTS liberou R$ 21,7 bilhões para o mercado imobiliário justamente para compensar a escassez de recursos da poupança. No primeiro semestre deste ano, a caderneta perdeu R$ 42,6 bilhões, a maior perda de recursos para o período em 22 anos.

DE MAIOR VALOR

Já entraram em vigor as novas condições de financiamento da Caixa para clientes de alta renda. O banco dobrou o limite de financiamento de imóveis do banco, que passará de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões. A parcela que pode ser financiada também subiu de 70% para 80% para imóveis novos e de 60% para 70% no caso de usados.

O vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antônio de Souza, afirmou que o banco tem, ao todo, R$ 16 bilhões para desembolsar em financiamentos imobiliários nesse segundo semestre tendo como fonte a poupança e outros R$ 38 bilhões com recursos do FGTS. Em 2016, o banco pretende liberar R$ 93 bilhões no segmento habitacional.

O objetivo dessas medidas é reaquecer a economia, aumentar as vendas e, em última instância, gerar empregos e renda. Não há trade off entre a habitação de mercado e a habitação social.

Investir em imóveis ainda é uma das formas mais seguras de ter uma aplicação rentável! Conheça nossos empreendimentos e entre em contato pelo (41) 3322-1929.

Edifício Terra Gutierrez https://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-terra-gutierrez/

Edifício Água Batel https://www.acma.eng.br/portal/imovel/edificio-agua-batel/

Fonte: http://goo.gl/AcqZcS

Setor imobiliário prevê reaquecimento com novas regras de financiamento

Muitos consumidores ainda não se atentaram aos novos limites para o financiamento imobiliário usados pela Caixa Econômica Federal e o reaquecimento do mercado. As novas regras valem para empréstimos contratados dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) na modalidade de Sistema de Amortização Constante (SAC), cujo percentual de financiamento passa de 50% para 70% do valor do bem. Além disso, também será possível financiar um 2º imóvel nas mesmas condições do primeiro. Assim, a expectativa é de que haja um fomento no mercado imobiliário.

Isso levará a um novo crescimento do mercado, facilitando a venda de imóveis usados, que por sua vez, facilitará a compra de novos, já que muitos consumidores usam os usados para dar entrada nos novos. Para que haja grande aquecimento nas vendas, proprietários de imóveis devem ser mais conscientes.

SFI também tem novidades

Cabe destacar que, além do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), cujo valor limite é R$ 650 mil no Paraná, também houve uma alteração no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que possui o mesmo valor limite. Pelo SFI, o percentual do empréstimo passará de 40% para 60% para clientes privados. Para clientes do setor público, haverá a alteração do SFH de 60% para 80% e do SFI de 50% para 70%.

A ACMA constrói imóveis de elevado padrão de qualidade com diferenciais exclusivos, entre os quais a arquitetura, a localização e os itens de conforto. Se você procura um apartamento fora do comum, seu lugar é aqui! Entre em contato com nossos colaboradores e saiba mais sobre nossas condições especiais de pagamento pelo telefone (41) 3322-1929.

Fonte: Jornal da Manhã

Venda de usados é a maior dos últimos oito meses

O mercado de venda de imóveis usados parece estar recuperando o fôlego. Em fevereiro, a comercialização de unidades residenciais foi a maior dos últimos oito meses e somou 610 unidades. De acordo com os especialistas, a retração no lançamento de novas unidades é um dos fatores que têm favorecido o mercado de usados.

Como boa parte dos empreendimentos novos estão prontos, ou em fase final de obras, eles demandam um volume de entrada semelhante ao necessário para a aquisição de uma unidade usada. Como o usado é mais barato, uma parcela dos clientes continua migrando para este mercado e isso é uma tendência que continuará.

A postura de alguns proprietários em relação à adequação dos preços para “um valor real de mercado” – acompanhando o movimento de reajustes moderados dos imóveis novos – é outro ponto que estimula as negociações! Em fevereiro, o preço médio do m² total das unidades era de R$ 3.529,15, 5% superior ao praticado no mesmo mês de 2015.

Estoque

Embalado pelo aumento nas negociações, o estoque de imóveis usados também caiu na cidade. Em fevereiro, o número de unidades à venda chegou perto dos 20,3 mil imóveis, menor número desde agosto de 2015.

Para 2016, os especialistas estão otimistas quanto ao cenário que se desenha para o setor, principalmente após a elevação do teto para o financiamento de imóveis usados pela Caixa Econômica Federal, no último dia 08 de março.

Na ocasião, o banco estatal ampliou para 70% o limite para a tomada do crédito pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e para 60% o dos imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), ante os 50% e 40% praticados para o setor privado, respectivamente, desde maio de 2015.

Com informações da Gazeta do Povo

Caixa libera verba e volta a financiar 80% do valor de usados

Uma boa notícia: A Caixa Econômica Federal anunciou novas medidas para tentar facilitar a compra da casa própria, em meio à falta de crédito no mercado. Veja quais são essas medidas:

1) Imóveis usados: até 70% ou 80% do valor pode ser financiado

O limite máximo de financiamento de imóveis usados sobe para 70% para a população em geral; no caso de servidores públicos, é um pouco maior: de até 80%. Em abril do ano passado, esse limite havia sido reduzido para 50%.

Ou seja: agora, será possível financiar um imóvel usado pagando uma entrada menor.

O valor máximo dos imóveis é:

  • R$ 750 mil nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal;
  • R$ 650 mil nos demais Estados.

O prazo máximo de financiamento é de 35 anos. As taxas de juros variam de 9,5% a 9,9% ao ano. Isso vale para financiamentos que usam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Não vale para os financiamentos feitos usando recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”.

2) Liberação de R$ 7 bilhões para financiamento com FGTS

A FGTS Pró-Cotista, linha de crédito que costumava ter um volume pequeno de operações, ganhou relevância a partir do ano passado, quando o Conselho Curador do FGTS liberou R$ 5,7 bilhões para financiar a compra de imóveis.

Porém, nos últimos meses, a Caixa havia suspendido a aprovação de novos financiamentos nessa linha e paralisado a assinatura de contratos já aprovados, devido à falta de recursos. Agora, foram liberados R$ 7 bilhões e as operações devem ser retomadas.

Essa linha de financiamento é voltada para famílias com renda acima dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e oferece um dos juros mais baratos do mercado.

O valor máximo dos imóveis, que era de até R$ 400 mil, subiu para até R$ 750 mil. É possível financiar até 85% do valor do imóvel, que pode ser novo ou usado. O prazo máximo de financiamento é de 30 anos. As taxas de juros variam de 7,85% a 8,85% ao ano.

Para contratar, é preciso:

  • Ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não;
  • Se não tiver conta ativa no FGTS, é preciso que seu saldo total no fundo seja igual ou maior que 10% do valor do imóvel ou da escritura, o que for maior.

3) Volta a fazer financiamento do segundo imóvel

A Caixa também anunciou que vai retomar as operações de financiamento do segundo imóvel com as mesmas condições (taxas de juros e prazos) oferecidas para quem está comprando o primeiro.

Ou seja, quem já tem um contrato de financiamento na Caixa por meio do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) pode tomar um novo crédito dessa mesma linha. Em agosto, o banco havia limitado essa opção.

“Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel”, afirmou a presidente da Caixa, Miriam Belchior.

Pressão do governo

O governo federal decidiu novamente recorrer à oferta de crédito e aos bancos públicos para tentar impulsionar a economia. No fim de janeiro, o governo anunciou um pacote de crédito de R$ 83 bilhões por meio dos bancos estatais, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES.

Na época, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que em momento de restrição de caixa, como o atual, é preciso usar linhas de crédito para fazer ajustes.

“Se existem recursos no sistema financeiro que podem auxiliar esse ajustes, a taxas de mercado, sem criar subsídios adicionais, é um dever do governo utilizar esses recursos mais eficientemente.”

A ACMA está à disposição para você que quer conversar sobre financiamento, temos imóveis diferenciados, que atendem os mais diversos nichos de Curitiba. Entre em contato e aproveite nossos diferenciais! (41) 3322-1929

Fonte: UOL Economia

Título: Uso do FGTS para casa própria cresce 25%

Importante instrumento na aquisição da casa própria, nos seis primeiros meses de 2015 o número de financiamentos imobiliários com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) cresceu 25,4% na Caixa Econômica Federal.

Responsáveis por fazer a economia como um todo girar – criando empregos, financiando a construção de moradias, obras de saneamento e infraestrutura -, os recursos do fundo têm especial importância quando se trata do financiamento de imóvel econômico.

De acordo com informações da Caixa, financiamentos com recursos do FGTS têm taxas de juros que variam de acordo com a renda familiar e ficam entre 4,5% e 8,8% ao ano. O prazo máximo para pagamento é de 30 anos e o valor do imóvel não pode passar dos R$ 400 mil. A parcela mensal do financiamento não pode exceder 30% da renda familiar.

Vale a pena acessar o site http://guiadofgts.com.br/ onde você pode tirar conferir todas as regras e conhecer seus detalhes, requisitos dos imóveis e afins. O sonho da casa própria pode estar mais perto do que você imagina! Entre em contato e tenha a certeza de fechar um bom negócio com a ACMA!

Fonte: UOL Finanças

Utilize o FGTS para financiar sua moradia

É possível utilizar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar um imóvel residencial ou construi-lo. O valor do FGTS pode ser utilizado para pagamento integral ou parcial da moradia. O saldo do fundo de garantia pode ser usado não apenas no momento da compra, mas também para pagar parte das prestações, amortizar a dívida ou quitá-la. O FGTS não pode ser usado para compra de bem para terceiros. Somente para a aquisição do de imóvel em que o comprador vai morar.
Condições
Para ter acesso ao benefício, o interessado deve ter, no mínimo, três anos de conta no FGTS, somando todos os períodos de trabalho. No momento do pedido de uso do FGTS, o trabalhador não pode ser titular de financiamento imobiliário concedido pelo Sistema Nacional de Habitação (SFH) em qualquer parte do Território Nacional.
O requerente não pode também ser proprietário, promitente comprador (tem intenção de comprar), cessionário (tem intenção de vender) ou usufrutuário (que possui um imóvel e pode usufruir do bem) de imóvel residencial concluído ou em construção localizado tanto no município e na região onde exerce sua ocupação principal, quanto no município onde pretende adquirir o imóvel por meio do uso do FGTS.
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Características do imóvel
Não são todos os imóveis que podem ser comprados com recursos do FGTS. Somente aqueles com finalidade residencial, destinados para a moradia do interessado, financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), enquadrados no valor-limite estabelecido pelo órgão competentes e localizados nas áreas urbanas das cidades. A utilização de recursos do FGTS na aquisição de imóvel misto é restrita à fração correspondente à unidade residencial. O imóvel deve estar devidamente matriculado no Cartório de Registro de Imóveis competente.
A estimativa do valor do imóvel é feita por engenheiros credenciados pelo agente financeiro. Além disso, para utilização do FGTS na modalidade de aquisição, o imóvel alvo não pode ter sido objeto de utilização do FGTS há menos de 03 anos.
Para requerer o direito de uso do saldo do FGTS, o interessado deve apresentar a certidão de matrícula e cópia do IPTU da casa ou apartamento a ser comprado, para demonstrar que o imóvel está em situação regular e pode ser adquirido com o FGTS.
O saldo do FGTS pode ser utilizado para aquisição de frações de imóveis residenciais quitados ou financiados, concluídos ou em construção. Nesse caso, consulte um agente imobiliário.

Características dos compradores
Duas pessoas que não tenham parentesco ou não tenham união estável, inclusive se forem do mesmo sexo, podem usar o fundo de garantia para comprar um imóvel residencial. Caso haja divórcio ou separação (judicial ou extrajudicial), aquele que perder o direito de morar na residência comprada com uso do FGTS, adquire o direito de voltar a usar o fundo para comprar outro imóvel.